Ontem foi dia de comilança. A minha irmã (que estuda longe) passou este fim-de-semana cá e claro, tivemos que fazer um almoço com tudo o que a menina gosta. O problema é que temos gostos muito parecidos!
Assim, tivemos: entrecosto e costeleta assados na brasa com uns chouricinhos crioulos para “dar outro gosto”. A acompanhar, arroz solto com pedacinhos de bacon, molho de cogumelos salteados com natas (de soja, valha-nos isso!*), salada e caldo verde. Enfim, tirando os chouriços (e só comi um) nada disto seria particularmente grave, se me ficasse por um alimento “extra”. Mas não, aqui a menina teve duas sobremesas: castanhas assadas no forno a lenha e pão-de-ló húmido. Tudo isto acompanhado de quase meia garrafa de tinto alentejano.
Terminei com um café com adoçante, porque não parecendo, tenho cuidado com a minha linha. (cof cof…)
Devo dizer que não comi nenhuma destas coisas desalmadamente, mas comi várias coisas calóricas numa mesma refeição. Foi um daqueles almoços longos, cheios de conversa fiada e risos. Não posso dizer que estou arrependida: é raro os meus pais alinharem em almoços copiosos (por isso estão perto dos 70 anos e com óptimo aspecto e saúde). A mãe da minha mana também não é dada a excessos,** de modo que ontem estávamos lá na cozinha a comemorar o Dia de S. Colesterol. Castrol, para os amigos…
A tarde foi passada a chá verde e com uma caminhada leve com o Diogo, que resolveu perseguir um gato e uma bicicleta. Fartei-me de pedir desculpas aos vizinhos… mas como foi com os simpáticos, não houve problema.
À noite bebi chá e comi um bocadinho de pão, coisa pouca, e uma maçã assada. Hoje estou a tentar recuperar, mas nem coragem tive de subir à balança….
*as natas eram de soja porque não posso comer das outras ;)
**a minha irmã não é irmã biológica. Tem uns pais fantásticos que a adoram mas foi criada por nós desde os 3 meses até aos 14/15 anos. Tem 20 e é a única irmã que tenho, não é irmã de sangue mas é irmã do coração. Há pessoas que ficam confusas pelo facto de eu dizer “irmã” ou os meus pais dizerem “a minha mais nova”. Não percebem que família é quem nós amamos e não quem nos calhou em sorte genética.
Assim, tivemos: entrecosto e costeleta assados na brasa com uns chouricinhos crioulos para “dar outro gosto”. A acompanhar, arroz solto com pedacinhos de bacon, molho de cogumelos salteados com natas (de soja, valha-nos isso!*), salada e caldo verde. Enfim, tirando os chouriços (e só comi um) nada disto seria particularmente grave, se me ficasse por um alimento “extra”. Mas não, aqui a menina teve duas sobremesas: castanhas assadas no forno a lenha e pão-de-ló húmido. Tudo isto acompanhado de quase meia garrafa de tinto alentejano.
Terminei com um café com adoçante, porque não parecendo, tenho cuidado com a minha linha. (cof cof…)
Devo dizer que não comi nenhuma destas coisas desalmadamente, mas comi várias coisas calóricas numa mesma refeição. Foi um daqueles almoços longos, cheios de conversa fiada e risos. Não posso dizer que estou arrependida: é raro os meus pais alinharem em almoços copiosos (por isso estão perto dos 70 anos e com óptimo aspecto e saúde). A mãe da minha mana também não é dada a excessos,** de modo que ontem estávamos lá na cozinha a comemorar o Dia de S. Colesterol. Castrol, para os amigos…
A tarde foi passada a chá verde e com uma caminhada leve com o Diogo, que resolveu perseguir um gato e uma bicicleta. Fartei-me de pedir desculpas aos vizinhos… mas como foi com os simpáticos, não houve problema.
À noite bebi chá e comi um bocadinho de pão, coisa pouca, e uma maçã assada. Hoje estou a tentar recuperar, mas nem coragem tive de subir à balança….
*as natas eram de soja porque não posso comer das outras ;)
**a minha irmã não é irmã biológica. Tem uns pais fantásticos que a adoram mas foi criada por nós desde os 3 meses até aos 14/15 anos. Tem 20 e é a única irmã que tenho, não é irmã de sangue mas é irmã do coração. Há pessoas que ficam confusas pelo facto de eu dizer “irmã” ou os meus pais dizerem “a minha mais nova”. Não percebem que família é quem nós amamos e não quem nos calhou em sorte genética.

