Não, eu não derreti com a vaga de calor! Mas pouco falta!
Tenho andado por aqui a meio gás, tirei as manhãs desta semana para fazer uma série de exames e consultas.
O pé continua a dar-me trabalho, vou agora fazer um TAC para confirmar (ou não!) uma suspeita pouco simpática. Façam lá muita força para eu ter uma artrose, tá? É que a outra hipótese não é nada boa.
Para já, a médica “ordenou-me” que perdesse 10 kilos o mais rapidamente possível. Seja qual for o diagnóstico final, qualquer uma das situações será bem mais fácil de suportar se estiver leve. (Que surpresa!)
Mas eu não vim aqui para escrever um post depressivo, ao melhor estilo do “ai tadinha de mim, tudo me acontece!”
Já perdi demasiado tempo da minha via a lamentar-me por as coisas não correrem de acordo com o que desejei. Como ainda ontem comentei com uma amiga muito querida: nada é definitivo, nem o bem, nem o mal. Tudo passa. Isto também passará.
O propósito deste post é um alerta.
Imaginam porque é que eu dei cabo duma articulação? Façam lá uma ideia… pois!
Eu sempre tive pés sensíveis e é certo que o pé esquerdo está impecável. Mas a verdade – dita pela minha médica – é que este tipo de complicações são típicas de pessoas com excesso de peso. Claro que poderia ter tido este problema sem excesso de peso, mas muito provavelmente só o teria bem mais tarde. (nem quero imagirar como estaria se tivesse chegado aos 100 kg!)
Muitas vezes leio em blogs pessoas que defendem o “direito a ser gordinhas”, alegando que são gordas saudáveis, com taxas sanguíneas impecáveis, que muitos magros têm colesterol e patati patata. Tretas!
Isso é só parte do problema! E as articulações? E a perda de mobilidade? E os problemas de fertilidade? O perigo da diabetes? As complicações cardiovasculares?
Amarmo-nos tal como somos, ter uma boa auto-estima não é assumir a obesidade ou “apenas” excesso de peso como uma característica normal, estilo ter olhos castanhos ou azuis. É fazer o possível para ter o máximo de saúde possível, naquilo que depende de nós. E o peso, salvo raríssimas excepções, depende de nós, por muito tempo que a gente se tenha andado a enganar. Não há conspiração divina ou genética contra nós. Há a nossa predisposição a repetir o arrozinho, a comer uma fatia de bolo extra para “não fazer desfeita”.
Eu não tenho paciência para os movimentos do “fat acceptance” e do “big is beautiful”.
Isso de andar passar a mãozinha pela cabeça e a dizer “que importa se pesas 120 kg, o teu interior é que conta”, é um disparate total. E perigoso, ainda por cima! Pode funcionar enquanto a pessoa é jovem e o corpo, mal ou bem, vai absorvendo os choques. E depois, à medida que se aproxima dos 40, 50 ou 60 anos?
Alguém aqui quer ser uma velhota entrevada “mas com um interior lindo”????
Há uma diferença muito grande entre ter peso saudável e ter corpo de modelo. Mas as pessoas “anti-dieta” falam como se para ter um peso normal, fosse supostos sermos magríssimas, com corpo de modelo de passerelle. Sejamos honestas: as possibilidades de conquistarmos esse corpo é reduzida e na maioria dos casos, nem é a meta a atingir.
Tenho andado por aqui a meio gás, tirei as manhãs desta semana para fazer uma série de exames e consultas.
O pé continua a dar-me trabalho, vou agora fazer um TAC para confirmar (ou não!) uma suspeita pouco simpática. Façam lá muita força para eu ter uma artrose, tá? É que a outra hipótese não é nada boa.
Para já, a médica “ordenou-me” que perdesse 10 kilos o mais rapidamente possível. Seja qual for o diagnóstico final, qualquer uma das situações será bem mais fácil de suportar se estiver leve. (Que surpresa!)
Mas eu não vim aqui para escrever um post depressivo, ao melhor estilo do “ai tadinha de mim, tudo me acontece!”
Já perdi demasiado tempo da minha via a lamentar-me por as coisas não correrem de acordo com o que desejei. Como ainda ontem comentei com uma amiga muito querida: nada é definitivo, nem o bem, nem o mal. Tudo passa. Isto também passará.
O propósito deste post é um alerta.
Imaginam porque é que eu dei cabo duma articulação? Façam lá uma ideia… pois!
Eu sempre tive pés sensíveis e é certo que o pé esquerdo está impecável. Mas a verdade – dita pela minha médica – é que este tipo de complicações são típicas de pessoas com excesso de peso. Claro que poderia ter tido este problema sem excesso de peso, mas muito provavelmente só o teria bem mais tarde. (nem quero imagirar como estaria se tivesse chegado aos 100 kg!)
Muitas vezes leio em blogs pessoas que defendem o “direito a ser gordinhas”, alegando que são gordas saudáveis, com taxas sanguíneas impecáveis, que muitos magros têm colesterol e patati patata. Tretas!
Isso é só parte do problema! E as articulações? E a perda de mobilidade? E os problemas de fertilidade? O perigo da diabetes? As complicações cardiovasculares?
Amarmo-nos tal como somos, ter uma boa auto-estima não é assumir a obesidade ou “apenas” excesso de peso como uma característica normal, estilo ter olhos castanhos ou azuis. É fazer o possível para ter o máximo de saúde possível, naquilo que depende de nós. E o peso, salvo raríssimas excepções, depende de nós, por muito tempo que a gente se tenha andado a enganar. Não há conspiração divina ou genética contra nós. Há a nossa predisposição a repetir o arrozinho, a comer uma fatia de bolo extra para “não fazer desfeita”.
Eu não tenho paciência para os movimentos do “fat acceptance” e do “big is beautiful”.
Isso de andar passar a mãozinha pela cabeça e a dizer “que importa se pesas 120 kg, o teu interior é que conta”, é um disparate total. E perigoso, ainda por cima! Pode funcionar enquanto a pessoa é jovem e o corpo, mal ou bem, vai absorvendo os choques. E depois, à medida que se aproxima dos 40, 50 ou 60 anos?
Alguém aqui quer ser uma velhota entrevada “mas com um interior lindo”????
Há uma diferença muito grande entre ter peso saudável e ter corpo de modelo. Mas as pessoas “anti-dieta” falam como se para ter um peso normal, fosse supostos sermos magríssimas, com corpo de modelo de passerelle. Sejamos honestas: as possibilidades de conquistarmos esse corpo é reduzida e na maioria dos casos, nem é a meta a atingir.
E agora chega de leitura e passemos aos bonequinhos:
Vejam a diferença que seis quilos entre estas fotos fizeram! Nas primeiras tinha 76 e nas mais recentes, 70. Olhem bem para as costas de jogador de rugby que eu tinha, e digam lá que pequenas perdas, como esta de 8%, não fazem diferença!
As calças são exactamente iguais, aproveitei uns saldos para comprar em 3 cores. Isso também é típico de gorda: serviu? Leva logo 2 ou 3 antes que esgote!
Tou fora dessa!!!
Ps – n sei se a foto dá para aumentar ao clicar, digam alguma coisa, tá?
Pps – amanhã vou para Lisboa, regressarei bronzeada na terça!
