Segunda-feira, estava eu posta em sossego depois de um exercício particularmente pesado, um dos meus colegas vira-se para mim e diz:- Você está muito mais forte do que quando veio para cá.
Olhei logo para o espelho, convicta que o quilo que ganhei no Natal, e que insiste em aparecer/desaparecer, era bem visível para qualquer pessoa.
Perguntei-lhe logo de caras:
- Acha que estou mais gorda do que quando vim para cá?
- Gorda? Eu não disse gorda, disse forte. Forte de força! Já viu bem as mudanças que fez em pouco mais de 2 meses?
E não é que ele tem razão? Aumentei bastante as cargas e intensidades do exercício.
Sabem aquelas barras que elevamos deitadas num banco? Comecei por fazer 6 quilos, três séries de 10. Já estou a fazer 3 séries de 15, com… 17 quilos!
Comecei com aquelas bicicletas ergométricas ou lá que são, agora uso as magnéticas do indoor cycling. Detalhe: da luta que foi conseguir pedalar 2 minutos de pé, passei a 15 minutos a pedalar de pé, non-stop. Só não faço mais porque forçaria demais o pé.
A passadeira? 25 minutos a 7 kms/h com inclinação máxima. (aqui o pé volta a atrapalhar na hora de aumentar o tempo, já que correr está fora de questão).
Tenho pena de não saber o nome das máquinas e exercícios, sei apenas para que servem… e da luta que era, por exemplo, exercitar os deltóides sem desatar a chorar ou desistir.
Portanto, para quem acha que não está a obter resultados no ginásio (leia-se: emagrecer): revejam bem as coisas. Claro que emagrecer é óptimo e pretendo chegar à minha meta. Mas enquanto isso não acontece, ter a certeza que estou a modificar para melhor o meu corpo é… excelente!
Sinto-me mais forte (no verdadeiro sentido do termo e não naquele eufemismo para gordura…), com uma postura mais alinhada, os braços e pernas mais rijos e… muito mais confiante.
O corpo é uma máquina incrível, sempre pronto a recuperar-se!
Mensagem positiva do dia: é sempre possível melhorar a nossa condição física, mesmo quando a balança parece não cooperar!


